rio-doce (via rio-doce)Mas, entre todas a coisas que minha mãe insistia em dizer, a que não me esqueço é “nunca faça com outros o que não gostaria que fosse feito com você”. E sigo, à risca, essa lei. Se preciso, me coloco na situação, imagino a dor e, muitas vezes, sinto em mim. E, nisso, tomo tanto a dor outros, que só Deus sabe o quanto. E a minha? Quem é que toma? Quem é que pensa “melhor não dizer isso para não machucar”? Enquanto eu tomo dor em goles, ninguém ao menos olha para a minha.